6 razões pelas quais a sua empresa precisa ter um site

A sua empresa apresenta lucro e grande crescimento. No caso de uma pousada, você já tem reservas até o ano que vem. Se é um restaurante, a fila aos fins de semana lhe faz acreditar que o cardápio está fazendo sucesso. Por essas, você acredita que ter um site é completamente obsoleto. As pessoas sabem chegar até você.
Pode ser que você prefira confiar no boca a boca como a melhor propaganda que existe. Mas não se pode deixar de investir constantemente na imagem do seu negócio. Websites e perfis em redes sociais são, sim, cada vez mais necessários para atingir públicos diversificados e fornecer informação essencial. Antes que uma nova moda chegue e você se veja perdendo terreno para a concorrência, cerque-se de toda forma de informação possível e garanta tranquilidade para o futuro. Confira nossa lista com 6 razões pelas quais sua empresa precisa ter um site e encare este desafio!

1. Um site disponibiliza informação sobre seu negócio

Muitas pessoas, antes de contratar um serviço, preferem entrar no site para ver se há alguém por trás da marca, ou até mesmo para conferir se a informação está atualizada e não é mais uma página entregue às moscas. Por isso, coloque toda informação que puder, faça uma seção “Quem Somos” com seus funcionários e destaque-se da concorrência provando que sua empresa é feita por gente como seus clientes em potencial.

2. Sites também são ferramentas de venda

A partir do momento que você coloca em seu site todos os produtos que vende descritos detalhadamente, suas vendas têm grandes chances de dar um salto. Os internautas não entram em sites somente para ver se a empresa existe ou tem relevância na web, eles entram para interagir, seja comprando diretamente ou pedindo informações relacionadas à venda do produto que você oferece. Até restaurantes começam a lucrar pelo site quando disponibilizam toda a informação relacionada ao seu cardápio.

3. O custo de publicidade reduzido e alcance maior

Para investir em sites e redes sociais você precisará gastar muito menos do que em anúncios em revistas, jornais e flyers. Já o alcance é muito maior. Seu negócio pode chegar a outros países, não há fronteiras na internet.

4. Conquiste novos mercados e oportunidades

O barato de estar na rede é que não há limites determinados. Nada impede que você venda um tipo de produto e acabe se associando a um business diferente do seu, mas complementar. Se você tem uma loja de produtos naturais, ao integrar o cyber espaço, poderá vender seus produtos para todo o País por meio de um site e-commerce, por exemplo. Ou, ainda, descobrir restaurantes que se interessam por seus produtos em âmbito nacional e vender exclusivamente para eles.

5. Um novo jeito de se relacionar com o cliente

Um site, e consequentemente estar presente nas redes sociais, garante à sua empresa uma nova forma de se relacionar com o cliente. Ele poderá deixar suas boas impressões para que os que chegam possam ver e, assim, gerar publicidade espontânea. Além disso, dúvidas e reclamações podem ser geridas rapidamente e essa troca pode proporcionar uma melhora em seus serviços de maneiras que você nem pensava antes de integrar o mundo virtual.

6. Seu concorrente já tem um site e está alguns passos à frente

Pense em todas as dicas anteriores. Se seu concorrente já tem site e está presente nas redes sociais, ele já pratica todas essas dicas e tem vantagem sobre você. Quando você menos esperar, ele estará falando diretamente com o seu cliente fiel, aquele que sempre reserva seu hotel ou restaurante com antecedência.

Por todas essas razões, não perca mais tempo. Você ainda pode alcançar a concorrência e fazer um conteúdo tão atraente que irá fidelizar os clientes já existentes e atrair novos. Quando der certo, volte aqui e conte para nós!

Com mais de 12 mil flores, esse café no Japão fica dentro de uma estufa

Se você é apaixonado pelo clima da primavera e por flores de todos os tipos, o Japão pode ser um destino perfeito para suas próximas férias. Não se engane: isso não tem nada a ver com o clima do país, onde as temperaturas variam tanto quanto o seu humor na segunda-feira.

O responsável pela eterna primavera é o parque Nabana no Sato, que fica na cidade de Kuwana, na província de Mie. Famoso por sua enorme quantidade de flores, o parque possui uma estufa de begônias com cerca de 12 mil plantas de todas as cores que você puder imaginar.

O diferencial do parque está na cafeteria que ele abriga, onde é possível apreciar um café rodeado por flores, independente da época do ano. No inverno, por exemplo, você pode apreciar uma bebida quente enquanto tenta acreditar que a temperatura externa está razoavelmente agradável. Na cidade, chega a fazer 0 ºC durante o inverno e era mais ou menos essa a temperatura quando as fotos abaixo foram tiradas.


 

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“A definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes.”
O Facebook, portanto, se tornou uma redoma de loucos.
* * *

Há catorze dias, me furtando a despedidas babacas, tasquei o perfil de um certo “Guilherme Nascimento Valadares” no caixão. Para contextualizar as razões por trás do seppuku, compartilho meu percurso na rede social zuckerbergiana.

 

 

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Fui um típico usuário pós-, criei minha conta há cerca de três anos.

Com esmero, disparei os primeiros pedidos de amizade. Munido dos aprendizados orkutianos e da experiência como profissional de comunicação digital, já me considerava maduro o suficiente para estruturar círculos sociais mais proveitosos e coerentes com minha realidade. Reestruturei álbuns de fotos, arranjei um avatar interessante, postei as primeiras badalhocas espertas no mural.

Pronto. Lá estava eu, ou melhor, “ele”, minha persona, se exibindo no Facebook.

À medida em que o tempo passava, meu crivo foi se tornando cada vez mais frouxo. Não tive paciência para lidar com listas, segmentações especiais por grupos e critérios de privacidade sofisticados. Amigos de infância, conhecidos, contatos profissionais e fodas de uma noite compartilhavam basicamente o mesmo habitat.

O Facebook criou inúmeras configurações para melhor estruturar meus círculos. No entanto, também me fez preguiçoso. Updates pulam em nossa tela freneticamente com aqueles simbolozinhos vermelhos infernais. Updates pelo nariz, pelo rabo, pelas tripas. As tais configurações? “Ah, são chatas, meio escondidas, preciso gastar um tempo pensando nelas e um tempo maior ainda para agrupar as centenas de conexões nos caixotes corretos.”

Em contraponto, minha vida “fora dali” avançava a braçadas amplas. Me demiti para focar integralmente no PapodeHomem, me afastei de pessoas com as quais não me identificava, passei a dedicar mais tempo ao cultivo da mente, corpo e estabilidade emocional por n percursos distintos.

Dentro do Facebook, a persona Guilherme residente por aquelas bandas não raro me parecia um primo estranho. Passei a postar cada vez menos. Preferia poupar a web de mais ruído.

Mesmo em silêncio, seguia firme com minhas doses diárias de dopamina por meio das várias mensagens recebidas, prospectos de novos negócios, diversão, festas, sexo ou apenas papo furado mesmo. Distrações em cima de distrações, escassez galopante de trocas realmente úteis.

A plataforma não é má. Abre zilhões de possibilidade fantásticas. Porém, a maneira como a conduzimos pode nos trancafiar em uma prisão bastante confortável, que, compartilhada por tantos outros, sequer se assemelha a uma.

O problema era eu ter me viciado no Facebook.

Será que estava sozinho nessa?

Não. Em 2011 estimava-se cerca de 350.000.000 de pessoas afetadas pela Desordem do Vício em Facebook. A rede tem cerca de 845 milhões de usuários.

Dando boa margem para variações, podemos trabalhar com a hipótese de que uma em cada três pessoas presentes no Facebook o usa de maneira nociva.

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Seria o intrépido Mark um Pablo Escobar do Vale do Silício, bem debaixo de nosso nariz?

 

Caso você observe dois ou três dos sintomas abaixo surgindo continuamente ao longo de um período de seis meses, bem-vindo ao clube:

Permissividade

Esse termo é usado para descrever o comportamento desesperado de um viciado. Ele gasta cada vez mais tempo no site, chegando a um estágio em que necessita acessá-lo para obter satisfação. Ou, no extremo oposto, o uso do site começa a gerar um efeito de piora na pessoa e em sua vida. Um sinal clássico costuma ser ter três ou mais abas do navegador abertas no Facebook.

Sintomas de abstinência

Se tornam óbvios quando o indivíduo tem seu uso do Facebook restrito por conta de participar e executar tarefas fora da rede. Sinais comuns são ansiedade, stress e necessidade em falar sobre o Facebook e o que pode ter sido postado em sua ausência.

Redução das atividades sociais/recreativas usuais

O indivíduo reduz – de maneira consciente ou inconsciente – o tempo gasto socializando com amigos fora da web assim como reduz quaisquer outros hábitos que pudesse ter, e passa mais tempo no Facebook. No lugar de se encontrar com um amigo para tomar um café ou praticar esportes, ele manda uma mensagem… pelo Facebook. Jantares são substituídos pelo messenger. Em casos extremos, a pessoa deixa de atender o telefone e passa a insistir para que os outros se comuniquem com ele pelo Facebook.

Encontros virtuais excessivos

No lugar de levar o parceiro ou a paquera para o cinema, jantar ou qualquer outra atividade, acabam interagindo online em proporções nada saudáveis. Até sexo pela caixa de mensagens surge. Bandeira vermelha.

“Amigos” que não são amigos

Se, digamos, sete ou oito dos últimos updates em seu feed de notícias foram feitos por pessoas com as quais você não tem ou deseja ter uma relação real, cuidado. Seu crivo para selecionar as pessoas com quem se conecta pode ter sido deturpado.

Vício completo

Ao encontrar uma pessoa nova, o indivíduo logo dispara, “Qual seu nome? Ok. Nos vemos no Facebook…”. Cada novo update recebido – notificações, mensagens, wall posts, pedidos de amizade… – pela pessoa é o equivalente a uma pequena dose de prazer, bem semelhante ao que acontece com apostadores quando jogam suas fichas na roleta. Bem comum observar viciados checando compulsivamente seus smartphones em situações sociais. Não adianta questioná-los, vão racionalizar alguma justificativa circunstancial para o ato.

Tal relação nociva tem sido padrão recorrente em várias redes sociais. Orkut, Facebook, YouTube, Twitter e por aí vai. Ruído, ruído, ruído. Não somos nativos digitais, somos os perdidos digitais. [sintomas traduzidos da seguinte fonte: Social Times]

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A missão do Facebook é tornar o mundo mais aberto e conectado, nas palavras do próprio Mark, conforme escreveu em carta para os investidores antes do IPO.

Pessoas adentram a rede para enriquecer e amplificar suas interações sociais.

Melhores conexões humanas necessitam abertura, estado de presença, relaxamento, mente estável. Mas vejam esse trecho da carta de visão do Facebook:

Nós acreditamos que um mundo mais aberto é um mundo melhor pois pessoas com mais informação podem tomar melhores decisões e ter um impacto maior.
PERIGO!

Desde quando pessoas agem melhor com mais informações em mãos, cara pálida?

A nossa mente lida com as informações. A nossa mente é um dos territórios mais inexplorados do universo conhecido.

O digníssimo Mark – reforçado por U$$100.000.000.000 e uma horda de investidores – decidiu que devemos consumir o máximo possível de informações, pois isso é o melhor para nós e para o mundo. Essa crença é o problema fundamental do Facebook.

Se a plataforma possui seus mecanismos automatizados para nos enfiar cada vez mais updates e informações goela abaixo, isso conduz seus usuários a um curto circuito mental. Como consequência, surgem personas erráticas, ansiosas e aflitas. As conexões humanas provenientes sofrem danos.

Na prática, o que temos?

“Publique primeiro, pense depois. Curta, pois todos curtem.” Esse é o mantra zumbificado do inconsciente coletivo.

Cerca de um terço da base de usuários com graus distintos de vício, aflita diante do volume brutal de informações, disparando mensagens dispensáveis freneticamente. Seja em busca de reconhecimento, por perplexidade, para seguir e pertencer ao bando ou por mero hábito, sem pensar muito.

O grafo social se expande, a quantidade de conexões se expande.

O ruído – as interações dispensáveis – se expande. O sinal – a comunicação útil – decresce.

Falas repetitivas, angustiantes, afobadas.

A mente de todos sofre.

Seja sincero, quanto do que você faz e checa no Facebook é absolutamente essencial? Quantas vezes por dia você checa seu perfil? Os cinco minutos entre reuniões checando updates e compartilhando alguma crítica social mordaz eram vitais para seu dia e o de seus amigos?

Não. São apenas uma egotrip, algodão doce. Você fala, outros lêem, nada acontece. Melhor, alguns “curtir” e “compartilhar” acontecem. Dopamina (prazer) e suposto capital social (valor) surgem do éter.

O vício se instala em nossa mente sem notarmos. Ora, todos a nosso lado agem mais ou menos parecido. Não é dolorido, ele nos dá prazer ao checarmos as novidades. Isso não pode ser ruim.

De súbito, o efeito cascata atravessa múltiplos grafos sociais e temos uma manada infinita de seres humanos exibindo comportamento similar. Como se fossem símios anestesiados.

A plataforma se converte num templo de ansiedade, uns buscando validar os delírios dos outros, cuspindo interações falseadas a torto e à direito. Cascas. Mais cascas. Máscaras. Insuportavelmente sufocante. Poucos se olham ou se falam de verdade.

Em busca de melhorar suas vidas e interações sociais, propagam e colhem mais caos, ruído e angústia. Seguem agindo do mesmo modo nocivo sem se dar conta do que acontece. Mesmo achando minhas mensagens e presença online bastante espertas, confesso que me encaixei nesse recorte.

E esse comportamento – buscar enriquecer a vida com ações que gerem ansiedade e confusão, repetidamente – é a própria definição de insanidade.

Pelo ritmo atual de crescimento, nos próximos 24 meses o Facebook pode se tornar o site responsável por mais de 50% do tempo gasto online por TODAS as pessoas do mundo. Ubíquo.

Significado de Ubiquidade
s.f. Propriedade ou estado do que é ubíquo. Do que está ao mesmo tempo em toda parte; onipresença. (Do lat. ubique)
Ou seja, o Facebook se tornaria a web. E a internet se tornaria a plataforma na qual ele roda. Seu perfil, um CPF digital.

Se o comportamento das pessoas “lá dentro” hoje beira a definição de insanidade e o Facebook se tornar a própria web, podemos ter em breve o mais perfeito chassi da loucura onipresente.

Uma redoma de loucos, como mencionei ao começo desse texto.

“Sendo a Internet o reflexo da sociedade, se você não gosta do que vê no espelho, a solução não é mudar o espelho, mas a nós mesmos.”
– Vint Cerf, reconhecido como um dos criadores da internet e dos protocolos TCP/IP, o alicerce de conexão à rede
Entendam, não sou um retrógrado anarquista. Acredito pra caramba na internet. No entanto, não aposto minhas fichas no Facebook como a rede social para nos fazer avançar rumo a vidas melhores. Sua visão mira no futuro presa aos paradigmas (e investidores) errados.

Estou fora até segunda ordem, resolvi partir em busca de novas paisagens e ar puro. Há de existir mundo além-facebook.

Nos vemos pela estrada.

 

Fonte: papodehomem.com.br
Autor: Guilherme Nascimento Valadares

FOTÓGRAFO RETRATA DE FORMA MÁGICA O COTIDIANO DE VILAREJOS NA INDONÉSIA

A vida dos vilarejos nos arredores de Jacarta, na Indonésia, encontra a simplicidade na riqueza da natureza e da cultura local. Crianças se divertem em rios, garotos aprendem a pescar e a caçar e o sorriso não é raro.

Mas a verdade é que o dia a dia dessas famílias fica ainda mais encantador através das lentes do fotógrafo Herman Damar, indonésio que aprendeu a arte da fotografia por conta própria. Com uma sensibilidade incrível, ele retrata a natureza dos vilarejos e, sobretudo, de seus moradores. Os hábitos e a cultura ficam sempre evidenciados nas fotos e o cotidiano dessas pessoas é retratado com destreza.

Veja algumas das fotos de Herman Damar e se apaixone também (a Indonésia vai saltar para sua lista de prioridades de viagem):

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Com uma natureza exuberante e culturas diferenciadas, clique aqui para conhecer os 12 vilarejos mais incríveis de todo o mundo.

Todas as fotos © Herman Damar

HOMEM EM PARAPENTE GRAVA VÍDEO INCRÍVEL “DANÇANDO” COM A AURORA BOREAL

Difícil encontrar alguém que não se encante com os magníficos fenômenos naturais que, vez ou outra, a mãe Terra nos proporciona. Para encontrá-los, é preciso ter alguma sorte, porque nem sempre é fácil chegar até eles. O piloto de parapente acrobático Horacio Llorens viveu um momento inesquecível ao “dançar” com a aurora boreal nos céus da Noruega.

Pode até parecer um sonho, mas isso realmente aconteceu e foi gravado pela Red Bull. O vídeo, narrado pelo atleta, mostra o anoitecer em Tromsø, uma das melhores cidades para se observar o fenômeno celeste. Cortinas de luzes verdes e roxas embelezam ainda mais a paisagem fria, onde Llorens se joga com seu equipamento iluminado.

O registro inesquecível faz com que qualquer um queira estar em um lugar tão fascinante. “Há milhares de anos, as populações olhavam para o céu, viam a Aurora Boreal e pensavam que era magia”, disse. Estar no meio de temperaturas abaixo de zero nem parece tão doloroso assim para o espanhol sortudo. Olha só:

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Todas as fotos © Frode Sandbech/Red Bull Content Pool

ELE NÃO TINHA VEÍCULO NEM DINHEIRO, MAS ESTÁ RODANDO O MUNDO DE MOTO FAZENDO FOTOS DE TIRAR O FÔLEGO

Walter Astrada tinha um sonho de fotografar uma volta ao mundo. Mas, assim como muitos de nós que também sonhamos com algo do tipo, faltava grana. Ele também não tinha carro e por isso arranjou uma moto. Porém um detalhe: ele não sabia dirigir uma.

Há cerca de oito meses Walter deixou sua vida em Barcelona montado em cima de Athena, sua fiel escudeira motocicleta, que ele teve que aprender a dirigir na marra! Carregada com suas roupas e equipamento fotográfico, ela já foi da Coreia do Sul à Turquia acompanhada de muitas falhas mecânicas e força de vontade.

Em entrevista ao New York Times, o fotógrafo diz acreditar que as pessoas não devem pensar muito antes de tomar decisões como esta, pois “se você pensar muito, você acaba não fazendo”.

Pushkar-India

estreito-de-Bosforo-Istanbul

Tatvan-Turquia

Seoul-Coreia-do-Sul

Com uma carreira de mais de 20 anos como fotojornalista, ele já cobriu guerras na África e até o terremoto do Haiti, em 2010. Mas ainda assim, mesmo com um rica bagagem de experiências, ele não se sentia completo retratando apenas o que era notícia – sem uma abordagem mais intimista e profunda.

“Eu tinha perdido a prática de sair por aí fotografando qualquer coisa que me chamasse atenção. Fotografar para grandes agências me fez perder o cotidiano daquele lugar depois de um grande acontecimento. Resumindo, eu queria retratar o outro lado da notícia”.